Hold on to love, that is what I do


Felinos: seus prós e prós

Eu não gostava de gatos. Quer dizer, na minha convicção, eles eram apenas uns seres fofinhos. Só. Mas já deu pra perceber, que pelo título, não tenho mais nada contra esses bichanos.

Ouvi dizer que eles eram traiçoeiros, interesseiros, que não retribuíam na mesma intensidade o carinho dos donos, que são apegados ao lar e não às pessoas. Acreditei porque era uma observadora superficial, que via a gata da minha tia esfregar-se nas pernas dela pedindo um peixe frito.

O cinema, que também expõe muito isso sobre os felinos, é outro grande problema.

Nos populares filmes americanizados de cães, o gato é sempre o vilão. Nos filmes de ratinhos camaradas, o gato é sempre o perseguidor, o possível destruidor da história do pequeno herói. Assim, fica difícil para algumas pessoas acreditarem que essas criaturas são capazes de amar.

Fala-se tanto em proteger e acolher os cães de rua, mas e os gatos? “Gatos são ninjas, gatos se viram por aí, comem qualquer coisa no lixo”.

Eu sempre tive cães e algumas experiências traumáticas com felinos na infância. Prefiro não comentar. Acho que não estou preparada ainda, preciso superar… Brincadeira! Mas enfim, como diz o meu pai “vamos virar a página”.

Decidi ter um gato, assim, do nada. Mudei-me recentemente para um lugar onde não posso criar animais na rua, tem que ser dentro de casa. Um cão ficou fora de cogitação. Mas esqueci de mencionar algo bom que sempre soube sobre os gatos e que me motivou a adotar um… Eles são animais extremamente higiênicos. Okay, vamos tentar.

Meu gatinho é cria da gata de um amigo meu. Ele era o mais chorão, o mais manhoso, o mais apegado à mamãezinha. Meu companheiro até disse, “tens certeza que é esse mesmo que tu queres?”. Acontece que eu não havia escolhido. Era ele mesmo, e já fora batizado com o nome de Snow (neve). Perfeito.

Que raiva do Snow no início. Ele não vinha até à porta quando eu chegava, miava sem parar com saudades da mãe (que rondou a casa por três dias), nada do que eu fazia arrancava alguma expressão se quer de satisfação daquele ser. Mas na verdade… Eu não estava entendendo aquele bichinho. Ele não é um cachorro e eu queria que ele agisse igual a um.

O Snow tem uma forma felina e especial de amar. Hoje ele está fazendo três meses. Ele dorme todas as noites comigo. Quando faço um cafuné, ele “ronrona”, sinal de satisfação, paz e prazer. Se vou ao banheiro, ele vai junto. Lavo a louça, ele assiste, quietinho. Sento no sofá, ele já vem pra cima e tem uma mania singular de “mamar” nas minhas roupas. Parece que desmamou da mãe um pouco cedo. Ainda estou esperando ele parar com isso. Não é uma coisa que gosto de repreender, porque no fundo, sinto que é um carinho e demonstração de confiança dele. O Snow adora banho e toma vários por semana, ele quase dorme, adora aguinha quente. Quando levo-o na casa dos meus pais ele brinca e corre com os meus cachorrinhos para todos os lados. Um amor. Gato é isso, um amor! Não há espaço para aqui citar todas as proezas deste bichano.



Discurso de formatura - Jornalismo, Publicidade e Propaganda

(17/03/12) Universidade do Sul de Santa Catarina

Cumprimento o reitor, os membros presentes à mesa, professores, paraninfos, parentes e amigos dos formandos em nome dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Sinto-me honrada e feliz em representar estas duas turmas com este discurso.

Qual o peso de 4 anos? Ao analisar aquele momento no qual sentamos em nossa sala, no primeiro dia de aula, assustados, ansiosos, com mais de 60 pessoas estranhas em volta… Parecia que 4 anos nunca passariam, pois aquele era um longo primeiro dia de aula.

No decorrer deste caminho, nos perguntávamos com frequência: “Será que é isso mesmo que eu quero? Será que o cansaço me deixará prosseguir? Será que sou capaz?” Eis a resposta aqui, nesta noite. 19 alunos de Comunicação Social não desistiram e fizeram todo este esforço valer a pena e resultar neste brilho que hoje habita em nossos olhos, e nos torna profissionais capacitados, cheios de conhecimento e o mais importante: sedentos por mais.

Neste momento chegamos à conclusão de que 4 anos parecem um sopro. Aprendemos que a medida do tempo pode nos surpreender, e que apesar de todo aprendizado, de todas as risadas e choros também, nós queríamos mais.

Encontramos amigos que levaremos para sempre. Aqueles que talvez não dividam o mesmo gosto pelas roupas, sapatos, músicas, corte e cor de cabelo. Mas todos nós temos algo muito forte em comum: não aceitamos o mundo como ele está e acreditamos que podemos mudá-lo. Não olhamos paras as cores, flores, paisagens, olhares, de uma maneira banal. O verdadeiro comunicador escolhe esta profissão porque, no fundo, ele é um artista que quer adulterar a tela da vida. E, por ser um louco sonhador, torná-la perfeita. Mas logo nos deparamos com mais alguns reparos, pois nossa obra recomeça a cada nova notícia, a cada nova publicidade. E lá vamos nós, com o mesmo ardor e a mesma paixão, abrir os olhos da sociedade por um segundo de perfeição. Comunicação é arte renovada.

Agradecemos a Deus, às nossas famílias, aos professores que nos transformaram em algo mais que simples máquinas de escrever e fabricar imagens, aos colegas que “ainda” não chegaram até aqui e a todos que colaboraram direta ou indiretamente com nossa caminhada. Àqueles que um dia pensaram que não realizaríamos nossos sonhos, estamos aqui, hoje, finalizando uma importante etapa e prontos para correr atrás do sucesso. E, podem ter certeza, novas conquistas virão por aí.

Publicitários: A cada nova campanha, os que estão aqui esta noite, apresentarão à sociedade o que os produtos dos clientes tem de melhor, com muita criatividade e semiótica. Muitas coisas pequenas e desconhecidas serão transformadas pelo trabalho de vocês.

Jornalistas: Seremos os olhos da sociedade a cada nova pauta; os ouvidos, quando as fontes falarem; as bocas, que farão perguntas aos entrevistados; e sempre seremos a esperança de um jornalismo humanizado. Preservemos nossa reputação, caráter e humildade. O diploma que recebemos hoje é um atestado da nossa qualidade.

Para finalizar, uma frase de Paulo Coelho: “Escolha a montanha que deseja subir. A caminhada é sua. Mas não esqueça que a experiência alheia ajuda muito”.

Obrigada!



Siga o seu coração

“Não, nada impossível será, siga o seu coração; Seu sonho se concretizará, siga o seu coração”… ♫

Este é o trecho da música de um filme que assisti durante minha infância (de 6 a 8 anos de idade, se não me engano). A Polegarzinha é o nome. A história de uma menina pequenina, do tamanho de um polegar, que sonha em fazer grandes coisas, ganhar asas e voar.

Parece bobo… Mas isso veio à tona na minha memória (quase 15 anos depois) em um dos dias mais importantes e marcantes da minha vida: 17/03/12, minha formatura. Fiquei responsável em ser oradora das turmas de Jornalismo (meu curso) e Publicidade e Propaganda. 

Sou daquelas que apesar de ter estudado tanto Comunicação, ainda sente um gelinho na barriga quando vai falar em público. Isso se dá também, pelo respeito que tenho por quem me assiste, pois as pessoas julgam como querem. 

Será que devemos pensar nessas coisas ou simplesmente seguir nossos corações quando tivermos uma mensagem importante para passar ou algo relevante a fazer?

Fiquei tranquila, pois percebi que escrevi um discurso sincero, comprometido com os formandos, professores, universidade, familiares e amigos presentes naquela ocasião. Enviei mensagens positivas para minha mente, não deixei nada me abalar. Não havia o que temer. Não fiz suposições de catástrofes. Tem gente que só pensa no que pode acontecer de ruim, eu só pensei no que poderia acontecer de bom.

Uma coisa importante que fiz anteriormente foi enviar meu discurso para a Viviane Bevilacqua, professora e cronista do Diário Catarinense. Ela disse que o texto estava “lindo e emocionante”. Isso me encheu de segurança. 

Outro fato: tenho um gatinho branco em casa, chamado Snow. Com uma das mãos eu brincava com ele enquanto ele arranhava e mordia muito, (às vezes doía um pouquinho, mas isso simbolizava qualquer tipo de distração que viesse a ocorrer). Com a outra mão eu segurava meu discurso e lia em voz alta. E o melhor… Sem errar! Foi legal. 

Mais uma coisa: sem querer, sem a intenção de filosofar, olhei para os meus pés no grande dia. Comprei este sapatinho da foto. É uma Melissa. Tem um coração nele, e meio que fechou com meu pensamento “siga o seu coração”. Para onde meus pés fossem o coração estava junto. 

Fiquei muito tranquila na hora do discurso. Em momento algum tremi, ou senti a garganta secar, ou meu coração acelerar… Só me emocionei um pouco, de tanta alegria, em ver meus colegas, as famílias, os professores… Chorei sim. Mas estava equilibrada o suficiente para não deixar isso me atrapalhar ou transparecer muito, em consideração à confiança depositada em mim. A Polegarzinha só seguiu o coração, ganhou asas e voou alto.


O que os segredos dizem sobre nós mesmos?
Tem gente que diz: “Minha vida é um livro aberto”. Mas cientificamente, todos nós temos segredos (grandes e pequenos) não revelados, por variados motivos. 
Às vezes é bom guardar segredo. Por outro lado, existem alguns que sufocam as pessoas. Há variados tipos de segredos e às vezes eles podem ser muito simples. Um exemplo é o “segredo profissional”. Você sabe guardar segredo no seu trabalho? Tem gente que sai levando tudo de um departamento para o outro, provocando mal estar geral. Se você não sabe guardar esse tipo de segredo, aprenda. Agora, tem daqueles que enquanto você não desabafar com quem confia, vai fazer muito mal para o seu coração, lhe causando estresse emocional.
Você sabia que existe um cara chamado Frank Warren que conhece os segredos de milhares de pessoas e os revela a todo o mundo através da internet? “O segredo é a alma do negócio” serviu como uma luva para este americano, afinal seu projeto o transformou em um dos maiores conhecedores da essência humana na atualidade, capaz de fazer frente aos mais experientes psicanalistas. Realmente, os humanos podem ser melhores estudados quando são sinceros.
O blog de Frank, o “Post Secret”, funciona de maneira simples: anônimos de todo o mundo escrevem seus segredos mais perturbadores em cartões-postais endereçados a Frank. Não há nenhum tipo de restrição ao conteúdo das mensagens, apenas devem atender aos requisitos de serem verdadeiras e nunca terem sido relevadas a ninguém. Os segredos variam de inofensivos desabafos – tais como paixão pelo namorado da amiga ou o ódio pelo chefe – até confissões de crimes sexuais.
O que me faz crer que um segredo guardado diz muito sobre quem o guarda é esse tipo de post no blog de Frank: um homem branco confessa ter dispensado o corretor de seguros, com quem por 5 anos fez negócios, apenas por descobrir que ele era negro. Num outro, um conselheiro de pessoas com distúrbios mentais admite se assustar com a semelhança existente entre os próprios problemas e de seus pacientes.
Segredos as vezes são segredos porque são imperfeitos, nos envergonham. Mas as vezes segredos são segredos porque ninguém precisa saber e você não precisa desabafar. O silêncio é ouro, a fala é prata, porque é bem difícil ser uma pessoa sensata e manter a boca fechada na hora certa.

O que os segredos dizem sobre nós mesmos?

Tem gente que diz: “Minha vida é um livro aberto”. Mas cientificamente, todos nós temos segredos (grandes e pequenos) não revelados, por variados motivos. 

Às vezes é bom guardar segredo. Por outro lado, existem alguns que sufocam as pessoas. Há variados tipos de segredos e às vezes eles podem ser muito simples. Um exemplo é o “segredo profissional”. Você sabe guardar segredo no seu trabalho? Tem gente que sai levando tudo de um departamento para o outro, provocando mal estar geral. Se você não sabe guardar esse tipo de segredo, aprenda. Agora, tem daqueles que enquanto você não desabafar com quem confia, vai fazer muito mal para o seu coração, lhe causando estresse emocional.

Você sabia que existe um cara chamado Frank Warren que conhece os segredos de milhares de pessoas e os revela a todo o mundo através da internet? “O segredo é a alma do negócio” serviu como uma luva para este americano, afinal seu projeto o transformou em um dos maiores conhecedores da essência humana na atualidade, capaz de fazer frente aos mais experientes psicanalistas. Realmente, os humanos podem ser melhores estudados quando são sinceros.

O blog de Frank, o “Post Secret”, funciona de maneira simples: anônimos de todo o mundo escrevem seus segredos mais perturbadores em cartões-postais endereçados a Frank. Não há nenhum tipo de restrição ao conteúdo das mensagens, apenas devem atender aos requisitos de serem verdadeiras e nunca terem sido relevadas a ninguém. Os segredos variam de inofensivos desabafos – tais como paixão pelo namorado da amiga ou o ódio pelo chefe – até confissões de crimes sexuais.

O que me faz crer que um segredo guardado diz muito sobre quem o guarda é esse tipo de post no blog de Frank: um homem branco confessa ter dispensado o corretor de seguros, com quem por 5 anos fez negócios, apenas por descobrir que ele era negro. Num outro, um conselheiro de pessoas com distúrbios mentais admite se assustar com a semelhança existente entre os próprios problemas e de seus pacientes.

Segredos as vezes são segredos porque são imperfeitos, nos envergonham. Mas as vezes segredos são segredos porque ninguém precisa saber e você não precisa desabafar. O silêncio é ouro, a fala é prata, porque é bem difícil ser uma pessoa sensata e manter a boca fechada na hora certa.



O que há pra entender sobre as mulheres

O universo feminino é cheio de mistérios e privilégios. A quem diga que é impossível decifrar o pensamento de uma mulher por completo, mas que se pode chegar bem perto.

Não pretendo abordar sobre a eterna luta das mulheres contra os preconceitos masculinos. Elas tiveram que batalhar muito para chegar ao ponto atual. A maioria dos homens sempre aceitou a pretensa superioridade que lhes era atribuída, como uma coisa natural. Não é preciso alongar muito sobre este assunto, pois é de conhecimento geral.

Mulheres não são tão difíceis de entender assim… Tudo que se criou sobre a mulher, é um mito semelhante àquele do dragão de sete cabeças que se corta uma e nascem três no lugar. 

Mulheres precisam ser amadas, respeitadas, elogiadas, presenteadas, compreendidas… Mas também precisam ser domadas. Mulher não gosta de homem “bonzinho” de mais, gosta daquele que cumpre o seu papel masculino. Quando o homem é muito bobão, mulher costuma dizer que “falta sal”. Quem alcança este equilíbrio, entre ser romântico e um pouco dominador, consegue prender uma mulher para sempre. 

Enfim, não quero aqui enaltecer a complexidade do “sexo frágil”. Pretendo propor que as pessoas procurem se entender da melhor forma. Nem homens, nem mulheres devem ser generalizados tão como farinha do mesmo saco. Chega desse papo que “as mulheres são muito complicadas”, ou, “nenhum homem presta”. Estes estereótipos só dificultam cada vez mais as relações humanas.



O passado ainda é bem presente

A recente prova concreta de que isto é verdade, foi a premiação da Comédia Romântica “O Artista” no Oscar 2012. O passado ainda merece destaque sim.

O filme conta a história de um ator em declínio e uma atriz em ascensão enquanto o cinema mudo sai de moda, sendo substituído pelo cinema falado e se passa em Hollywood entre os anos 1927 e 1932. Não desistindo de fazer o cinema mudo (sua grande paixão), George Valentim começa a dirigir, roteirizar e protagonizar seus próprios filmes. Pouco tempo antes da decadência conhece uma linda mulher que, naquela época, começava uma carreira como atriz e acaba se tornando um grande amor, além de responsável pelo declínio do cinema que tanto ama.

Pela primeira vez desde que “Asas” levou o troféu l em 1929, um filme mudo recebeu o prêmio máximo de Hollywood. A homenagem ao cinema americano do começo do século XX, O Artista ganhou o Oscar de Melhor Filme na cerimônia realizada no último domingo (26), em Los Angeles.

Com certeza esta obra quebrou muitas barreiras. Fazer uma produção estilo início do século XX em plena era da tecnologia foi o primeiro tabu a ser quebrado. Depois, com apenas algumas falas nos minutos finais, o filme franco-belga foi a primeira produção de um país de língua não inglesa a ganhar o prêmio principal em 84 anos de Oscar. Desconfio que o fato de homenagear o início do cinema americano ajudou bastante neste quesito.

O Artista é uma verdadeira declaração de amor ao cinema. A trilha sonora é praticamente um personagem coadjuvante escondido em meio o preto e branco da tela. Esta é a magia do cinema mudo.

Acima de tudo, foi dado ao passado o valor que ele merece. Se o passado não for ressaltado, seremos como filhos deserdados, sem história. Pois a vida é feita de momentos, e estes não valeriam nada se mais tarde, não pudéssemos recordá-los. O passado é a testemunha de fatos, outrora cheios de vida, que agora são só lembranças cheias de emoção.


“Eu no mundo” e o segredo para se destacar
Procurando se destacar na multidão, tem gente que acerta no alvo e tem quem erra feio.
Não tem nada de ilícito em querer se auto afirmar, nem fazer as pessoas seguirem ou pelo menos discutirem as suas ideias, embora tudo tenha uma medida. Uma coisa bem diferente disso é achar que se tem um rei no umbigo.  Existe um monte de gente assim, infelizmente. São pessoas que não querem conversa nem discussão, querem brigar e provar que tem razão.
O Facebook e o Twitter, por exemplo, não só quebraram algumas fronteiras da comunicação, mas ensinaram as pessoas a desfrutar de uma autossuficiência intelectual, que eu nunca vi em qualquer conversa formal. Nas redes sociais são mais inteligentes, tem mais opinião e coragem para dizer tantas coisas. Verdadeiros ativistas de sofá, rebeldes sem causa e revoltados sem um pingo de ação, se deixando levar por uma onda de um intelectualismo forçado.
Preste atenção nas postagens, como as pessoas enfatizam a própria personalidade e até são autoritárias na maioria das vezes… Por que não esperam os outros dizerem suas qualidades? Eu estranho completamente quem expõe muita opinião (principalmente positiva) sobre si mesmo.
Precisamos entender que “ser você mesmo” é a própria SIMPLICIDADE E ESSÊNCIA DE SER, destacando-se naturalmente, livres das vaidades que consistem em gabar-se de uma personalidade marcante. Eu aprendi que quem muito fala, pouco faz.
Outro grande problema é que falta humildade. Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra”. Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. Diz-se que a humildade é uma virtude de quem é humilde; quem se vangloria mostra que humildade lhe falta.
Jesus Cristo sempre disse que para ser grande, tem que ser pequeno… E não houve ninguém até hoje, que pode contrariar esta frase.  Afinal, o significado de grandeza não é riqueza. E quem assim enxerga, é muito pequeno.
“Simular humildade é ser soberbo.”  (Santo Agostinho )

“Eu no mundo” e o segredo para se destacar

Procurando se destacar na multidão, tem gente que acerta no alvo e tem quem erra feio.

Não tem nada de ilícito em querer se auto afirmar, nem fazer as pessoas seguirem ou pelo menos discutirem as suas ideias, embora tudo tenha uma medida. Uma coisa bem diferente disso é achar que se tem um rei no umbigo.  Existe um monte de gente assim, infelizmente. São pessoas que não querem conversa nem discussão, querem brigar e provar que tem razão.

O Facebook e o Twitter, por exemplo, não só quebraram algumas fronteiras da comunicação, mas ensinaram as pessoas a desfrutar de uma autossuficiência intelectual, que eu nunca vi em qualquer conversa formal. Nas redes sociais são mais inteligentes, tem mais opinião e coragem para dizer tantas coisas. Verdadeiros ativistas de sofá, rebeldes sem causa e revoltados sem um pingo de ação, se deixando levar por uma onda de um intelectualismo forçado.

Preste atenção nas postagens, como as pessoas enfatizam a própria personalidade e até são autoritárias na maioria das vezes… Por que não esperam os outros dizerem suas qualidades? Eu estranho completamente quem expõe muita opinião (principalmente positiva) sobre si mesmo.

Precisamos entender que “ser você mesmo” é a própria SIMPLICIDADE E ESSÊNCIA DE SER, destacando-se naturalmente, livres das vaidades que consistem em gabar-se de uma personalidade marcante. Eu aprendi que quem muito fala, pouco faz.

Outro grande problema é que falta humildade. Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra”. Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. Diz-se que a humildade é uma virtude de quem é humilde; quem se vangloria mostra que humildade lhe falta.

Jesus Cristo sempre disse que para ser grande, tem que ser pequeno… E não houve ninguém até hoje, que pode contrariar esta frase.  Afinal, o significado de grandeza não é riqueza. E quem assim enxerga, é muito pequeno.

“Simular humildade é ser soberbo.”  (Santo Agostinho )



Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho

Esse título parece o clichê dos bons… Mas se pararmos pra pensar, até que faz sentido.

Dizem que estas são as três coisas que deixam nossa vida próxima de ser completa. Plantar uma árvore e ter um filho é algo mais natural… Mas pelo menos pra mim, parece complicado imaginar que você é capaz de escrever uma história que prenda a atenção das pessoas.

Muitos podem dizer que são desejos antiquados. “Grande coisa, até um passarinho planta uma árvore, fazendo bagunça no matagal!”, “Qualquer pessoa despreparada e desprovida de qualquer dom pode ter um filho”, “Livros? Papel aceita tudo! Existe algo mais tedioso no mundo moderno?”.

Hoje as pessoas almejam mais as coisas materiais. Elas querem poder, casas, carros, acesso às tecnologias, um silicone na esposa, um limite vasto no cartão de crédito… Vai ver por isso, no final das contas, se sentem tão incompletas. Porque não dão valor às coisas mais simples. Lembrando que Deus está na simplicidade.

Aposto que poucos perceberem que os três itens “Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho” tem a ver com “continuidade” e todos requerem cuidado e dedicação. Qual marca você deixará no mundo? Do que você quer que as pessoas lembrem quando dizem o teu nome? Vale a pena se preocupar com isso sim. Pois desse jeito, você ultrapassa os limites da própria vida.

Agora lembrei um escritor de um livro que ainda estou lendo. John Ronald Reuel Tolkien (o ilustre senhor da foto) nasceu em 1892 e escreveu “O Hobbit” em 1937. Após todos esses anos, eu estou aprendendo com as histórias dele. Ele sim ultrapassou o ato de viver inspirando tantas pessoas… Melhor parar de falar dele, isso rende mais que uma coluna.



Velhos charmes

Eu não sabia sobre o que escrever para minha coluna. Até que uma amiga, de apenas 16 anos, brincou: “fala sobre bigodes masculinos”. Ela tem pouca idade, mas gosta de homens barbudos. Achei ótima a ideia e resolvi abranger o assunto, como sempre…

Dizem que a maioria das menininhas de hoje gostam de rapazes mais “delicadinhos”. Carinha lisinha, cabelinho pro lado, roupinhas da modinha… E se brincar, até maquiagem. Mas creio que mais tarde, não resistirão ao que eu chamo de “Velhos Charmes”.

Um homem pela metade, pode até curtir as vulgaridades que existem atualmente. Mas quando o caráter para apostar numa mulher de verdade aparecer, ele vai procurar coisas como: inteligência, elegância e bom senso. Os “Velhos Charmes”, atacam novamente.

Um amigo também me disse: “Eu acho as pin-ups muito charmosas. Deixam no chinelo as funkeiras que se acham sensuais de minissaia e top”. Para quem não sabe, pin-ups são mulheres antigas, cujo seu charme sensual mistura-se à naturalidade do dia a dia, sem forçar a barra. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. Embora elas sejam sensuais, temos a mistura do estilo clássico e do romantismo. Umas das marcas de uma Pin-Up é o batom bem forte e o delineador.

No caso das mulheres, o tema desta coluna é o que atrai a maioria, quando elas amadurecem. Poucas exceções, desde mais jovens curtem os “Velhos Charmes”. Pras mais clássicas, quem sabe uns fios de cabelo grisalho, uma roupa mais social e um perfume marcante encantam de cara. Para as mais “joviais”, eu diria que uma barba a fazer e um casaco xadrez, aquela coisa bem grunge*, quem sabe até um cabelo comprido, são o que gostam num rapaz. Para a minoria, um bigode. As mulheres que eu conheço, casadas com homens que usam bigode, dizem que não gostam muito, mas eles querem ter e elas já se acostumaram. É mais ou menos a mesma coisa quando um homem diz que gosta de morenas e a companheira se tinge de loira. Teimosia, personalidade… Chamem como quiser.

O certo é que chegará uma idade em que as menininhas que gostam de Justin Bieber vão querer algo parecido com Johnny Depp. E os homens pela metade que acham o máximo a Valesca Popozuda, serão admiradores da Marylin Monroe. Tomara! =)




Novo topo da minha coluna no Grande Jornal <3


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